ENDODONTIA ESPECIALIZADA

Que tipo de Odontologia você quer para sua vida?

Este questionamento me guia para sempre buscar o melhor para os meus pacientes, aliando tecnologia e estudo contínuo para a resolução dos casos em um atendimento planejado e empático.

Minha formação

2014

Cirurgiã-Dentista pela Universidade de Santa Cruz do Sul (2014)

2018

Especialista em Endodontia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2018)

2019

Mestre em Clínica Odontológica com ênfase em Endodontia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2019)

ENDODONTIA

Procedimentos realizados

Atendimento baseado em evidência, diagnóstico preciso aliado à tecnologia e utilização de materiais padrão-ouro do mercado.

Tratamentos

  • Análise estrutural do dente
  • Dissecção de trincas em dentina — paralização de trincas
  • Reforço de estrutura dentária / Biobase
  • Tratamento endodôntico convencional (uma ou mais sessões)
  • Retratamento endodôntico
  • Cirurgia parendodôntica
  • Endodontia regenerativa
  • Apicificação
  • Diagnóstico e tratamento de reabsorções
  • Endodontia guiada

Remoções & Preparos

  • Remoção de instrumentos fraturados
  • Remoção de coroa protética e pinos (metálico e fibra)
  • Preparo para cimentação de retentor intrarradicular

ENDODONTIA

Tecnologias

Precisão, segurança e conforto em cada etapa — do diagnóstico ao selamento final. 

Microscópio clínico operatório

Recurso avançado que permite visualização ampliada e detalhada do dente.

É fundamental para remoção segura de pinos de fibra, remoção de instrumento fraturado, localização de canais calcificados, inspeção de trincas/fraturas, tratamento de reabsorções e plugs apicais.

Um tratamento com microscopia oferece maior segurança, preservação de estrutura dentária e maiores índices de sucesso.

Lupa e fotóforo

Conjunto de magnificação com luz coaxial que amplia e ilumina o campo operatório.

Ultrassom

O ultrassom é utilizado em diversas etapas do tratamento endodôntico, desde o acesso para que se obtenha mínimo desgaste até a remoção de pinos, instrumentos fraturados, remoção de nódulos e calcificações, ativação de soluções irrigadoras e obturação.

Motor endodôntico

Equipamento que automatiza a instrumentação dos canais radiculares, proporcionando mais precisão, rapidez e segurança no preparo químico-mecânico.

Com controle eletrônico de torque e rotação, reduz o risco de fraturas de instrumentos e garante um tratamento mais confortável e previsível para o paciente.

Localizador foraminal eletrônico

Aparelho que mede com precisão o comprimento real do canal radicular, identificando a posição exata do forame apical.

Garante maior segurança e aumenta a previsibilidade do tratamento endodôntico.

Sistema de obturação termoplastificada

Tecnologia que permite selar o canal radicular de forma tridimensional, aquecendo e compactando a guta-percha.

Esse processo garante que todo o espaço interno do canal seja preenchido, possibilitando inclusive a obturação de ramificações e achatamentos que ficariam desprotegidas em técnicas convencionais.

Sensor de raio X digital

Sistema de imagem que fornece radiografias de alta definição com menor dose de radiação, permitindo diagnósticos mais precisos e rápidos.

O registro é digital facilita também o compartilhamento com o dentista indicador.

Colega dentista

Meu objetivo é ser a extensão do seu cuidado, garantindo que o paciente receba o melhor tratamento possível em todas as etapas.

Sabemos o quanto é importante que o tratamento endodôntico esteja alinhado com o planejamento restaurador/reabilitador, por isso mantenho uma comunicação clara com o dentista indicador – seja para discutir casos complexos, alinhar sequência de atendimentos ou oferecer suporte antes ou após o procedimento.

Comprometo-me com uma relação ética e profissional oferecendo um cuidado complementar, sempre devolvendo o paciente para sua continuidade do plano de tratamento.

ENDODONTIA

Casos clínicos

Dente 26 — Periodontite apical sintomática

  • Microscopia
  • MV2
  • Canal secundário
Radiografia inicial — dente 26Inicial
Radiografia final — dente 26Final
Radiografia em proservação — dente 26Proservação
Evolução radiográfica — Inicial → Final → Proservação.
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Diagnóstico

Periodontite apical sintomática.

Conduta

Paciente chegou ao consultório relatando dor contínua, irradiada e dor ao morder. Presença de restauração profunda. Teste de sensibilidade pulpar negativo, percussão vertical positiva. Digitação apical e percussão horizontal negativos. Exame radiográfico periapical mostrando leve calcificação na câmera pulpar e presença de periodontite apical. Após anestesia e isolamento absoluto, realizou-se o acesso endodôntico, localização dos canais (presença de MV2) e penetração desinfetante. Odontometria eletrônica seguido por glide path e preparo químico-mecânico dos condutos. Agitação das substâncias irrigadoras e colocação de Ultracal XS por um período de 15 dias. Paciente retornou assintomático. Remoção da medicação intracanal, agitação das substâncias irrigadoras (easy clean + irrigação ultrassônica passiva) e obturação técnica híbrida de Tagger. Selamento das embocaduras resina Twinky star Flow rosa, seguido por cimento de ionômero de vidro fotopolimerizável. Encaminhado ao indicador para restauração definitiva.

Dente 35 — Periodontite apical sintomática

  • Dupla curvatura
  • Raiz longa
Radiografia inicial — dente 35Inicial
Radiografia final — dente 35Final
Evolução radiográfica — Inicial → Final.
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Diagnóstico

Periodontite apical sintomática.

Conduta

Dente previamente acessado pelo colega indicador. Paciente relatou dor ao morder e latejadas. Radiograficamente, visualizou-se raiz muito longa (28mm) e curva. O tratamento foi conduzido em duas sessões, utilizando Ultracal como medicação intracanal por 15 dias. Após agitação das substâncias irrigadoras, o dente foi obturado pela técnica híbrida de Tagger, selado provisoriamente e o paciente encaminhado novamente ao dentista indicador para restauração definitiva.

Dente 47 — Periodontite apical sintomática pós-tratamento

  • Canal em “C”
  • Ondas contínuas
  • Plug apical
Radiografia inicial — dente 47Inicial
Radiografia final — dente 47Final
Radiografia em proservação — dente 47Proservação
Evolução radiográfica — Inicial → Final → Proservação.
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Diagnóstico

Periodontite apical sintomática pós-tratamento.

Conduta

Relato de dor intensa, edema intra/extraoral e febre, quadro de abcesso agudo. Após radiografia periapical foi verificado um tratamento endodôntico insatisfatório e presença de periodontite apical. Realizou-se o acesso, remoção do material obturador com insertos ultrassônicos e instrumentação rotatória. Anatomicamente tínhamos um “canal em C”, extremamente amplo. Agitação das substâncias irrigadoras e colocação de Ultracal XS (também agitado com inserto E1) e selamento provisório da cavidade. Paciente foi medicada com antibiótico. Após duas consultas foi obtida condição ideal para a obturação: paciente assintomática e canal sem drenagem de exsudato. Finalização com plug apical em cimento biocerâmico e obturação por ondas contínuas. Selamento com resina flow pink seguida por flow convencional e ionoseal. Proservação de 6 meses mostrou regressão da lesão.

Dente 16 — Pulpite infiltrativa

  • Calcificação
  • Dupla curvatura
  • Microscopia
  • Ultrassom
Radiografia inicial — dente 16Inicial
Radiografia final — dente 16Final
Evolução radiográfica — Inicial → Final.
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Diagnóstico

Pulpite infiltrativa.

Conduta

Colega diagnosticou necessidade de tratamento endodôntico e fez tentativa de acesso, porém, não conseguiu localizar os condutos. Radiografia periapical mostrou câmera pulpar calcificada e canais atrésicos. Tomografia cone beam revelou canais vestibulares calcificados em terço cervical, raízes longas e com dupla curvatura. Após três consultas e com auxílio da microscopia e ultrassom, os canais foram localizados. Na quarta consulta, canais preparados e caso finalizado com escolha correta do sistema de instrumentação, respeitando conicidade da lima e tratamento térmico.

Dente 46 — Abscesso periapical agudo

  • Criança
  • Ápice aberto
  • Terapia regenerativa
Radiografia inicial — dente 46Inicial
Radiografia final — dente 46Final
Radiografia em proservação — dente 46Proservação
Evolução radiográfica — Inicial → Final → Proservação.
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Diagnóstico

Abscesso periapical agudo.

Conduta

Paciente de 10 anos, dor intensa, edema intra e extraoral e febre. Radiografia mostrou rizogênese incompleta e paredes radiculares finas. Tratamento convencional não seria viável; planejou-se terapia regenerativa. Inicialmente buscou-se controle da infecção: acesso, limpeza e desinfecção dos condutos (insertos ultrassônicos, limas, irrigação ultrassônica contínua). Colocou-se Ultracal XS e prescreveu-se antibiótico e analgésico. Devido à gravidade, foi necessária internação hospitalar para controle da infecção. Após estabilização e duas trocas de medicação intracanal, o dente foi finalizado com terapia regenerativa (revascularização pulpar) e selado provisoriamente com ionômero fotopolimerizável. Controle de 6 e 9 meses mostrou ausência de periodontite apical e início de fechamento apical.

Receba um cuidado extraordinário

Não é só sobre “tratar um canal”. É sobre cuidar de você com calma, tecnologia e mãos leves. Cada dente tem uma história — e aqui ele é visto no detalhe e com foco absoluto no seu conforto.

Meu compromisso é prestar toda a assistência necessária para a resolução do caso, assim como acompanhar o resultado a longo prazo.

Dúvidas frequentes

O que é tratamento de canal?

É um tratamento odontológico, também conhecido como endodontia, em que o dentista trabalha no sistema de canais presentes na raiz dos dentes, tratando das diversas doenças da polpa.

Diversas causas podem acarretar um tratamento endodôntico. A mais comum é cárie/restauração profunda (próxima ao nervo de dente). Também, trauma dentário, fraturas dentárias, reabsorções dentárias, doença periodontal ou determinadas reabilitações protéticas.

A ausência de dor nem sempre é sinônimo de saúde. Em determinadas doenças da polpa, o nervo necrosa (morre) sem o paciente sentir dor. A necrose da polpa indica presença de bactéria no interior do canal, consequentemente uma infecção se instala nesse sítio. Muitas vezes isso é observado através de uma radiografia periapical de rotina, em que uma lesão está associada a uma ou mais raízes do dente afetado.

Se você finalizou o tratamento recentemente (poucos dias), pode ocorrer uma dor leve em função do procedimento de limpeza, descontaminação e obturação dos canais. Dor persistente após 7 dias ou após longo período do tratamento indica que algo não vai bem. Pode estar relacionada a um canal não tratado, canais que não foram adequadamente limpos, presença de trinca/fratura ou ajuste na oclusal (na mordida) inadequado. Entre o contato com o dentista que realizou o seu tratamento de canal.

O caso pode evoluir com sérias consequências. Se o dente já estiver com presença de bactérias, a infecção se propaga acarretando perda óssea na região, podendo também desenvolver um quadro de abcesso (acúmulo de pus). Essa condição sem tratamento adequado pode ocasionar complicações, espalhando-se para outras partes do corpo e em casos mais graves tornar-se uma infecção generalizada. Além disso, o tratamento torna-se mais desafiador e o dente pode ser perdido.

O ponto mais importante a ser considerado quando se fala em tratamento de canal, principalmente quando estamos frente à infecção, é realizar uma adequada limpeza e desinfecção do sistema de canais radiculares, com copiosa irrigação. Dessa forma, não existe regra para número de sessões e poucas sessões nem sempre é sinônimo de trabalho bem-feito. O tratamento será finalizado quando for obtido todos os requisitos para que o caso seja resolvido com sucesso a longo prazo. Em dentes que não há infeção, apenas polpa inflamada, a sessão única é sempre priorizada se a complexidade do caso permitir, evitando assim, possíveis contaminações entre consultas.  

A “bolinha na gengiva” associada a gosto ruim na boca geralmente é uma via de drenagem de pus que o nosso organismo cria para expulsar esse material e evitar que a infecção se espalhe. Normalmente não causa dor (assintomático). É muito importante procurar um especialista em endodontia para correto diagnóstico.

O tratamento endodôntico não é contraindicado durante a gravidez, mas, por uma questão de bom senso, é preciso avaliar as condições da paciente e período da gestação, priorizando o controle da dor e infecção.

Ao atender uma gestante temos dupla responsabilidade; além da segurança da mãe precisamos atentar para a saúde do feto. O tratamento deve ser feito se houver necessidade, já que infecções dentárias não tratadas podem prejudicar a saúde da gestante e do bebê.

Agir rapidamente com correto manejo e diagnóstico por parte do profissional que for realizar o atendimento pode fazer a diferença. A conduta por parte do paciente vai variar conforme o tipo de trauma:

– Se o dente sair inteiro (avulsão): se o dente for permanente, pegue-o pela coroa (parte branca). Evite tocar na raiz e recoloque em sua posição em boca o quanto antes. Se o dente estiver sujo, lave-o suavemente com leite, soro fisiológico ou saliva do paciente e reposicione em boca. Se o reimplante não for possível por algum motivo, armazenar o dente em um recipiente contendo, em ordem decrescente de preferência, leite, soro fisiológico ou saliva do paciente. Entre em contato com o dentista o mais rápido possível. Se o dente for decíduo (de leite) não é indicado reimplantar, somente contatar o dentista o mais breve possível.

– Se o dente quebrar (fraturar): guarde o fragmento em leite ou soro fisiológico e procure um dentista.

– Se o dente se mover de posição (luxação): contatar dentista

– Se apenas houver uma batida na região da boca (concussão): contatar dentista (de preferência especialista em endodontia) para que possa acompanhar a longo prazo possíveis alterações.

Endereços

Encantado/RS — Rua Tiradentes, 362, sala 202 — Centro
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Lajeado/RS — Av. Piraí, 300, sala 301
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Atendimento com hora marcada.
Seg–Sex: 08h–12h | 13h30–18h (ajuste conforme agenda).

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